Zygaena trifoli

 Zygaena trifoli (Esper 1783)

Zygaenidae Latreille, 1809

Zygaena Fabricius, 1775
     Voa de meados de Junho ao principio de Agosto e o adúlto tem uma envergadura de 28–33 mm.
     A larva alimenta-se de Lotus uliginosus e Lotus corniculatus. É neste estágio que passa o Inverno e tem apenas uma geração anual.
     Encontrei-a no Bussaco. na Mealhada, na Pampilhosa, em Montemor o Velho, no Covão d'Ámetade, Vila Nova de Mil Fontes e em Lamas de Olo.

Zygaena sarpedon

Zygaena sarpedon (Hubner, 1790)

Zygaenidae Latreille, 1809

Zygaena Fabricius, 1775

     A larva alimenta-se em Eryngium campestre e poderá ser encontrada de Abril a Maio

      O adúlto tem uma envergadura de 24/28 mm e pode ser visto a voar de Maio a Agosto, libando em Scabiosa atropurpurea, Cirsium vulgare e Galactites tomentosus.

     A distribuição das manchas vermelhas sobre as asas é muito irregular e varia de individuo para individuo, podendo causar algum problema de identificação.

     Encontro a espécie regularmente no seu período de voo, na Pampilhosa, muito localizado, tendo observado no máximo 3 exemplares a voar ao mesmo tempo.



Zygaena rhadamanthus


Zygaena lavandulae


Zygaena fausta

Zizeeria knysna

Zizeeria knysna (Trimen, 1862)   
Zizeeria Chapman, 1910
Lycaenidae
Leach, 1815
     A larva alimenta-se de Trifolium fragiferum, Mendicago sativa e Oxalis sp. 
     No Sul tem duas gerações, mas no norte parece ter só a segunda.
     O adúlto, com envergadura de 20/25 mm, voa de Abril a Outubro.
     Pode confundir-se com Cupido iorquinii e C. minimus.
     Fotografei-a apenas em Santa Maria da Feira. 

Zeuzera pyrina





Zethes insularis


Zerynthia rumina


                           Zerynthia rumina (Linnaeus 1758)
                           Zerynthia Ochsenheimer, 1816
                          Papilionidae Latreille 1802


A crisálida é capaz de se manter nesse estado durante 3 anos.

     Em estado larvar alimenta-se exclusivamente de Aristolochia longa, onde o adulto pôs os ovos, na face inferior das folhas, geralmente isolados.
     Tenho observado os ovos e as minúsculas lagartas a nascer, e o seu apetite devorador, pois geralmente comem os frutos carnudos da sua hospedeira.
     Os adultos libam geralmente em Lavandula stoechas, Cistus monspeliensis e Cistus crispus
     Em Abril já as vejo a voar na Pampilhosa, até Agosto. (Este ano (2016) vi uma a voar em 16 de Fevereiro)
     Tenho registos também da Serra da Boaviagem (Figueira da Foz) e das Buracos do Casmilo
  

Zelleria oleastrella


Zeiraphera insertana

Zanclognatha lunalis


Ypsolopha alpella

Yponomeuta evonymella


Xylocampa areola


 Xylocampa areola (Esper, [1789])



  

Xestia xanthographa


Xestia triangulum


Xestia castanea


Xestia c-nigrum

 

Xestia c-nigrum; Linnaeus 1758

Xestia Hübner, 1818

Noctuidae Latreille, 1809




Xestia baja


Xestia agathina


Xenochlorodes olympiaria


Xanthorhoe iberica


Xanthorhoe fluctuata

 Xanthorhoe fluctuata (Linnaeus, 1758) 
 Xanthorhoe Hübner, [1825]
Geometridae Leach, [1815] 




Xanthorhoe ferrugata

Xanthorhoe ferrugata (Clerck, 1759) 
Xanthorhoe Hübner, [1825]
Geometridae Leach, [1815]

Xanthocrambus caducellus


Watsonalla uncinula


Vanessa virginiensis

Vanessa virginiensis (Drury, 1773)
Vanessa Fabricius, 1807 
Nymphalidae Rafinesque, 1815 
     Esta borboleta tem duas gerações. Tenho notado que as da segunda geração são mais pequenas. As larvas alimentam-se de Eryngium sp e Urtica sp e as adultas veem-se de Março a Dezembro, deambulando por cardos, principalmente em zonas incultas.

     Na Serra da Boaviagem têm predilecção por Dipsacus comosus. 
     Tenho-as visto e fotografado na Pampilhosa, na Serra do Bussaco e Serra da Boaviagem, em Árvore - Vila do Conde e Marachão - Esposende.


Vanessa cardui

Vanessa cardui (Linnaeus, 1758)
Vanessa Fabricius, 1807 
Nymphalidae Rafinesque, 1815 
     Existem duas a três gerações anuais desta espécie, que é também das 3 diurnas mais comuns nas minhas Buddleya davidii.
      Tem 55/70 mm de envergadura e veem-se de Fevereiro a Outubro.
      Parece que alguns indivíduos adultos hibernam. As populações residentes misturam-se com as migradoras provenientes do norte de África.


     As lagartas alimentam-se de cardos, urtigas e malvas. Esta aqui em Echium sp
     Tenho-as avistado e fotografado Na Mealhada, Na Serra do Bussaco, No Marachão - Esposende, em Árvore - Vila do Conde.